quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

ANTÁRTIDA - CANÇÃO GELADA

ANTÁRTIDA – CANÇÃO GELADA


A Antártica está se desfazendo. Afogando-se em seu gelo. Alguns ainda arriscam um possível “ciclo natural”. Bela piada ao deparar-nos com o superaquecimento do Planeta. Não há como concordar. Ou pensam que somos idiotas? Claro. Talvez seja para não alardear. Como se já não estivéssemos percebendo há muito tempo o que acontece com a nossa Terra.

Gigantescos blocos de gelo na Terra Inóspita racham. Como troca ao que fazemos. De pé. Imponente. Alva. Fria Mulher. Talvez por ter consciência que em um segundo ela pode desaguar de vez em toda sua extensão. Planeta água e a Mulher Gelo.

Ao assistir este trágico cenário relembro uma música que me provoca grandes emoções e algumas lágrimas nostálgicas; então batizo o meu sentimento como “Não chore por mim Antártida”. Era uma vez uma era gelada. Após perpetuar-se através dos séculos, agora se derrama em lágrimas no pedido de socorro ao seu mundo.

Sem perceber o precipício abaixo dos seus pés, os homens da guerra lançam suas maldições sangrentas.

Antártida. Branca Princesa reluta pela sobrevivência. Em nosso Planeta subnutrido e maltratado pelo “Poderio”. Gelo e sangue, água vermelha.

Calo diante do mar de iniqüidade e repito a mim mesma: A água é sagrada. Em líquido e sólido.

Terra... Planeta água!


Rose de Castro
A ‘POETA’

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Ghost Writer e Poeta

Sou escritora fantasma ou ghost writer. Elaboro trabalhos literários: Projeto de Monografia, Discursos Personalizados, Textos, Resumo de textos e livros, Revisão, Biografia, Cartas p/qq. ocasião, Poesias para abertura de trabalhos, etc

No coração uma poeta do povo, das ruas, da violência, da fantasia.
Poeta de calçada, de esquina, de criança menina.
Poeta que participa da vida ativa do meu País, cercado de violência e corrupção. Do Rio no contraste do Cristo.

Meu coração é de poeta

Dois livros lançados:
Grito de Poeta, Ed.do Poeta, 1999.

Brazil E Agora? Litteris Editora
(Bienal Internacional do Rio de Janeiro, 2003)

Vencendo a Depressão - Ainda em revisão

Rose de Castro

Eis-me:

Não me calarei quando puder
gritar
Não vacilarei quando a hora
for pra guerrear
Eis-me,
enquanto existir a Poeta
O show vai continuar
Até que todos os aplausos
se calem
E eu vire palavras
ao léu
No céu, gritarei!

Eis-me

Rose de Castro
A 'POETA'
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