ELABORO TRABALHOS LITERÁRIOS: DISCURSOS PERSONALIZADOS COM OU SEM POESIA, TRABALHOS DE TÉRMINO DE CURSO, BIOGRAFIA, TEXTOS, RESUMO DE TEXTOS E LIVROS E CARTAS; POESIAS E MENSAGENS TAMBÉM PERSONALIZADAS, PODENDO SER GRAVADAS EM VIDEO, SOM E ÁUDIO.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
O Odor do Homem Dominador
O Departamento de Antropologia da Universidade Charles, em praga (República Tcheca), afirma que as pessoas dominadoras apresentam características como assertividade, confiança e disposição para tentar superar os outros.
Durante a pesquisa, estudantes usaram pequenas almofadas de algodão nas axilas por 24 horas. Então, trinta mulheres na fase fértil do ciclo menstrual e 35 em outras fases cheiravam dez almofadas cada e deram notas de um a sete para os quesitos intensidade, sensualidade e masculinidade.
A análise mostrou que as mulheres na fase fértil achavam mais sensual o cheiro dos homens cujo teste psicológico revelou um perfil dominador.
Parece loucura, mas foi cientificamente comprovado e eu fico imaginando como cada ano que se passa, mais pesquisas comprovam coisas que eu jamais imaginaria. Por isso é que fico sempre de olho em tudo o que aparece e acontece.
Por mais louco que seja, as mulheres nesta fase preferem o odor dos homens dominadores a dos parceiros estáveis.
Pesquisa publicada na Revista Científica Biology Letters.
terça-feira, 1 de março de 2011
Carta pra Mim
Escrever é uma terapia. Sou feliz por possuir este dom. Porém, da mesma forma que ele me enche de alegria, também me faz mais sensível e, portanto, vejo em sentimentos tudo que não deveria ver. Vejo a alma das pessoas seja fisicamente ou apenas lendo. Posso tocá-las. Quando o sentimento é confuso demais, jorro poesia. Ela escorre em meus dedos com vários tentáculos e transforma-se em palavras inspiradas pela minha percepção. Há dias em que desejo esquecer tudo e todos. Ficar sozinha comigo mesma. Geralmente nestes momentos estou extremamente “intocável” e procuro esconder-me para não me ferir nem ferir os que amo, pois sempre descontamos nos entes amados. Poderia procurar resposta na psicanálise, na filosofia, na psiquiatria (Será que todos os poetas são loucos?). Não sei. Há dias que penso realmente que estou beirando a loucura, afinal, entre a razão e a loucura há uma linha tênue.
Em outros momentos, estou alegre e radiante. Tudo fica completamente azul. Da cor do céu e mar. E amarelo – a cor que mais gosto – brilhando dentro e fora de mim. Sei que são tantos sentimentos instáveis e... O que fazer com tantas emoções e contradições? Não sei! Não sei! Não sei!
Amor, ódio, alegria, raiva, angústia... Estes sentimentos se alternam neste momento em mim. Calo-me sofrendo e sangrando. Quieta e só. Uma ostra com um diamante dentro que não sabe o que fazer com ele. Diamante poético. Diamante interior.
Meus olhos contemplam neste momento este ser que não sei quem é. Ou sei. Talvez. Não sei. Não é. Ou é. Mas não deveria ser. Ou deveria ser, mas o medo de mostrar o que “estou” paralisa o que deveria ser como picada de cobra.
Esta carta é para mim. Hoje me recolho para dizer pra mim que estou em conflito com meus ideais. Que não sou esta ou que sou e não sei. Quem poderia explicar essas imensas ondas de sentimentos crescendo como o fenômeno do encontro do rio com o mar.
Deus! Será que estou louca? Ou ficando? Ou sempre fui? Ou não sou nada? Ou sou tudo?
Eu tento me perdoar com tantos absurdos a me ver frágil e impotente. Displicente. Feia. Chorona. Chata. Implicante. Chega! Chega! Chega! Chamem Freud! Será que ele explica? Talvez sim, talvez não. Quem sabe ele mesmo também não era repleto de nuances mascaradas. Penso em Hitler. Não. Esse não... A loucura dele nada tem a ver com a minha. Fanático e sem emoção. Frio... Não... Isso não sou não... Mas também não sou menos louca por causa disto. Apenas possuo uma loucura diferente.
Ah! Quer saber? Daqui a pouco isso tudo passa e vou rir de tudo que escrevi. Ou quem sabe chorar e escrever outra carta, para escrever mais detalhes, para ver se me entendo melhor. Agora não tenho mais nada a falar. Vou parar. Queria dormir direto e esquecer o mundo. Esquecer isso tudo. Por que não paro de tentar me analisar???
Basta! Não estou entendo nada mesmo... De que adianta ficar escrevendo, escrevendo , escrevendo... Bom... Melhor escrever do que me matar. Matar? Morrer? Que hilário!!! Não tenho coragem de matar uma formiga por pena, imagina se vou conseguir me matar? Que besteira. Quanta bobagem... É melhor eu guardar a viola num saco, deitar e esperar este dia passar.
Já vou. Deixo beijos e abraços para mim. Para “mim” positiva e não para “mim” negativa. Fica em paz. A justiça tarda, mas não falha. Amor, ódio, traição, felicidade, consciência, pecado, certezas e incertezas passarão... Como tudo passa.
Beijos menina. Neste momento és um feto. Aguarda à hora de desabrochar que sei que virá.
Rose de Castro
Escritora. Ghost Writer e Poeta
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Buraco Negro
Não há como bater sempre na mesma tecla se o percurso do Universo não encontra resposta significativa. Conturbado e retalhado. Desta forma assisto “Nosso paciente” na mesa de cirurgia aguardando a retirada de seus órgãos vitais. Pedacinhos de memórias, alguns heróis mortos buscantes e acreditantes em seus próprios Universos. Paz, Justiça, Ecologia. Pois bem. Pra quê tentar abrir os olhos que não enxergam e falar aos ouvidos das consciências inalteradas? Não há entendimento. Pobres crianças. Escravas de si. Cegas em si. Sem óptica de visão.
Perdi-me em esperanças de encontrar a luz no escuro. Encontro-me sugada pelo buraco negro do Espaço e de mim. Repleto de infinitos sentimentos poéticos e galáxias perdidas... Poéticos.. Poéticas... Poeta?!
Minha Mãe Natureza está sozinha. Possui camadas de ozônio nos poros e precisa respirar... Empresto-lhe um respirador artificial, verifico a pressão arterial... Não adianta... Quanto tempo útil lhe resta? Não sou médica. Não há nada que eu possa fazer. Com a minha pouca sabedoria de mulher apreensiva e minha ciência patética e ultrapassadamente retrógrada, assisto alguns “insights” de sua fúria em pontos diferentes, ainda tentando alertar; mas Ela é Mãe e piedosa. Dá uma nova chance. Ainda tenta nos recuperar e alertar.
Há um calor nunca dantes ali. Outro, um frio dilacerante... Um mar de gelo escorrendo em superaquecimento. Flores pedindo passagem diante de imensos blocos de cimento e concreto; elas teimam aqui e ali. Meninas insistentes... Persistentes, pacientes – tentam. E a terra? A terra aguarda sementes viciadas.
Fixo o pensamento em meu Planeta que de alguma forma tenta manter a tradição e luta por sobrevivência. Há nêutrons, prótons, elétrons. Cruzamentos de espécies. Bombas e irradiação. Césio. Capitalismo moderno? Medieval? Feudal?
O Homem. O ser inteligente. O bárbaro. O animal irracional...
Agora tento olhar a Justiça, mas vejo-a presa em uma cela especial. Cela superior. Rindo das letras. Debochando dos pratos onde não se equilibra a balança. Protegida da própria Lei. A Lei com óculos escuros e grau máximo de miopia.
Aguardo, Não sei o quê. Será que há lugar pra mim dentro desse buraco? Nesse mundo de pecados capitais, é louco e ridículo entitular-se poeta e, mais ainda, jurar que ainda vencem as flores.
Rose de Castro
Escritora, Ghost Writer e Poeta
sábado, 27 de novembro de 2010
GHOST WRITER: Mega Operação na Vila Cruzeiro
GHOST WRITER: Mega Operação na Vila Cruzeiro: "A audácia dos traficantes no emprego da violência e no uso de armas pesadas não é uma novidade no cotidiano da população do Rio de Jane..."
http://ghostwriter48.blogspot.com/2010/08/brasil-em-chamas.html
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Mega Operação na Vila Cruzeiro
A audácia dos traficantes no emprego da violência e no uso de armas pesadas não é uma novidade no cotidiano da população do Rio de Janeiro. Porém, para especialistas, a contundência da resposta do Estado à série de ataques orquestrada por facções "Foram chamados agentes de todo o Estado, policiais civis e militares em férias, em folga e licenciados. A mega operação também foi orquestrada pela ajuda do pessoal do Bope, Fuzileiros Navais e Paraquedistas.
A Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro disse que os atentados contra, principalmente, a rede de transporte público e veículos privados ocorreram em represália à instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em favelas da capital carioca, um processo iniciado em dezembro de 2008
Com a expulsão dos líderes do tráfico do Rio e a implantação das UPPs, o crime está migrando para cidades serranas, norte fluminense, Região dos Lagos e Baixada Fluminense. O fenômeno tem sido debatido pelos governos municipais, mas ainda não foram anunciadas medidas para combatê-lo.
Os ataques tiveram início na tarde de domingo, dia 21, quando seis homens armados com fuzis abordaram três veículos por volta das 13h na Linha Vermelha, na altura da rodovia Washington Luis. Eles assaltaram os donos dos veículos e incendiaram dois destes carros, abandonando o terceiro. Enquanto fugia, o grupo atacou um carro oficial do Comando da Aeronáutica (Comaer) que andava em velocidade reduzida devido a uma pane mecânica. A quadrilha chegou a arremessar uma granada contra o utilitário da Doblò. O ocupante do veículo, o sargento da Aeronáutica Renato Fernandes da Silva, conseguiu escapar ileso. A partir de então, os ataques se multiplicaram.
Na segunda-feira, cartas divulgadas pela imprensa levantaram a hipótese de que o ataque teria sido orquestrado por líderes de facções criminosas que estão no presídio federal de Catanduvas, no Paraná. O governo do Rio afirmou que há informações dos serviços de inteligência que levam a crer no plano de ataque, mas que não há nada confirmado. Na terça, a polícia anunciou que todo o efetivo foi colocado nas ruas para combater os ataques e foi pedido o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para fiscalizar as estradas.
Na quarta-feira, o governo do Estado transferiu oito presidiários do Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio, para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Eles são acusados de liderar a onda de ataques.
Na quinta-feira, a polícia confirmou que nove pessoas morreram em confronto na favela de Jacaré, zona norte do Rio. Durante o dia, 200 policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) entraram na vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, na maior operação desde o começo dos atentados. Os agentes contaram com o apoio de blindados fornecidos pela Marinha. Quinze pessoas foram presas ao longo do dia e 35 veículos, incendiados.
Durante a noite, 13 presidiários que estavam na Penitenciária de Segurança Máxima de Catanduvas, no Paraná, foram transferidos para o Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia. Entre eles, Marcinho VP e Elias Maluco, considerados, pelo setor de inteligência da Secretaria Estadual de Segurança, diretamente ligados aos atos de violência ocorridos nos últimos dias
O Deputado Antonio Carlos Biscaia classifica de "desastrosa" a política de segurança do Rio de Janeiro entre 1983 a 2007. Segundo ele, havia conivência com o comando territorial pelo tráfico e razões de natureza política que implicavam a ausência da ação do estado em áreas do estado. Segundo ele, havia na cúpula da polícia pessoas envolvidas e com ligações com o tráfico e a postura era de que não podia se realizar ações em certas áreas e confessa que como procurador do estado ouviu muita gente dizendo: 'não vamos poder fazer operação aqui ou ali', isso por razões de conivência e também de natureza política, para não perder voto.
Com a gestão do política governador Sérgio Cabral, a política mudou. Biscaia elogiou também a atuação do secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, e afirma que as ações desta semana mostram o “desespero” dos traficantes.
De acordo com Beltrame, o crime está desesperado porque nunca foi enfrentado e as ações que usam são para gerar pânico e é para fazer com que as autoridades de segurança recuem. Para o Secretário, em certos momentos, os confrontos são inevitáveis, e a política tem de ser mantida.
O Senador Francisco Dornelles afirma que o governador Sergio Cabral não vai recuar da sua política de acabar com o domínio do tráfico no estado do Rio de Janeiro. Ele tem demonstrado coragem e capacidade gerencial. Ele instalou as UPPs e, à medida que os bandidos sentem avanço resolveram fazer uma guerra, uma ameaça. Ele vai dar continuidade à guerra ao tráfico, afirmou o senador.
Dornelles disse ser importante a ajuda da Marinha nas operações e defendeu que se faça uma política de combate à entrada de armas e drogas pelas fronteiras.
Para Renato Casagrande, Senador do Espírito Santo, os conflitos no Rio de Janeiro mostram a força da criminalidade e a necessidade de se continuar com políticas de enfrentamento. Segundo ele, Isso mostra a força da criminalidade. Todo mundo está avaliando isso como uma reação a um programa mais forte de enfrentamento ao crime. Este é um caminho sem volta, não pode ter recuo, não pode ter retorno. Todos devemos estar atentos porque qualquer estado pode sofrer este tipo de ação.
Eu, moradora do Rio de Janeiro, aplaudo a operação sincronizada e a constante prudência com que estão agindo, na medida do possível, em se tratando de uma guerra deste nível. Elogio a parceria de todas as Forças e da Sociedade, que cansada de tanto sofrimento também tem apoiado e denunciado as ações dos bandidos, pois necessitamos a “Liberdade e a Paz.”
Esta sim é uma verdadeira operação: Cautelosa e estrategicamente montada.
Rose de Castro
Escritora, Ghost Writer e Poeta
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Ética e Transparência nas Eleições
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O momento é de total sensibilização para a vivência e cobrança da Ética e Transparência. Segundo a professora Maria Cecília Coutinho de Arruda da Fundação Getúlio Vargas, o movimento de governança coorporativa propiciou a formação de profissionais que administram a ética da organização. São denominados gerentes de ética e ‘compliance’, gozam de uma independência em relação a outras áreas. De modo que podem definir, junto à alta administração, procedimentos e tratamento de problemas éticos da empresa, do setor, do relacionamento com o governo, clientes, fornecedores e com os próprios funcionários. De acordo com seu raciocínio esta é uma atividade que demanda bons profissionais no mercado e, em vez de simples recrutadores de funcionários, os responsáveis pelos recursos humanos ganharam status de profissionais essenciais no dia a dia da empresa.
As empresas multinacionais em geral têm um profissional ou uma equipe responsável por programas de ética confeccionados pela matriz e seriamente gerenciados pelas filiais. A preocupação com reputação e práticas transparentes tem crescido na medida em que os escândalos aparecem em todos os países do mundo.
Partindo deste princípio é que em minhas reflexões vejo-me pesarosa assistindo nossos candidatos se degladiando em suas plataformas políticas. Tomarei aqui por exemplo “Jesus”. Para mim ele era um político nato. Jamais precisou impor seus pontos de vista para se fazer entender e arrastar multidões. Havia segurança e firmeza na defesa de seus argumentos, pois além de ser um homem íntegro sabia entender as fraquezas humanas.
Fico mais desiludida ainda quando assisto na televisão um festival de baixarias nos argumentos eleitoreiros. Não há compromisso de campanha e, sim, troca de ofensas e lavação de roupa suja. E o que mais me deixa entristecida é assistir meus amigos escritores e poetas desperdiçando os seus dons doados por Deus, tentando coagir na força das palavras, a opinião de seus amigos de jornada, deixando suas amizades e ideais de lado quando não satisfazemos as suas vontades.
Num país “democrático” onde votamos porque o voto é “obrigatório”, devo confessar que me sinto em plena ditadura. Esta obrigação faz-se necessária porque eles sabem que se assim não o fosse, muita gente não compareceria às urnas e por um motivo bem simples: Além de não haver interesse por parte dos eleitores, existe a cultura corrupta de nossos “irmãos”. Alguns não votariam porque são totalmente despreparados e votam por votar. Não conhece a história dos candidatos nem o desenrolar da histórica dos nossos políticos e da nossa pátria. Pensando realisticamente, o que poderíamos esperar do nosso povo inculto – o que justifico pela falta de interesse dos nossos governantes que o mesmo não se instrua para ser manipulado mais fácil – quando os próprios candidatos não possuem dignidade, ética, compromisso e transparência.
O que assistimos são acusações e joguinhos baratos onde deveriam apenas mostrar a que vieram e o que fariam caso fossem eleitos.
Isto é que é “Democracia?”
Meu voto? Não interessa! Não falo pois estou cansada de ver pessoas tentando me dizer o que é certo e o que é errado. Não adianta me torturar. Este método faz parte dos tempos da ditadura que há muito já não existe mais. Vivemos neste país democrático. Pelo menos foi isso que ouvi falar...
Nossos candidatos deveriam tomar aulas com a professora da Fundação Getúlio Vargas!
Rose de Castro
Escritora, Ghost Writer e Poeta
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Direção Defensiva
Se um cara forçar a barra para ultrapassar, fique na sua. Continue firme em seu propósito. Após a ultrapassagem, ele vai te empurrar, mas como você é um cidadão: “Fique na sua!”.
Depois de ter te ultrapassado e te empurrado, mais à frente, ele te xingou e aproveitou incluiu sua mãe também. Lembre-se: “Fique na sua!”.
Ao fim de tudo isto, lá no fim do beco (porque você errou o caminho?), onde não há mais para onde ir, o cidadão honesto olhou pro lado. Inútil. Só restavam urubus esperando a cesta. Um sujeito sacou uma pistola. Mais do que nunca, lembre-se: “Fique na sua, afinal, você não tem porte de arma.”.
Continue na sua Defensiva e respeite a placa de proibido estacionar. Estacione mais à frente.
O sujeito que te ultrapassou, empurrou, xingou você e sua sagrada mãe, mostrou-lhe uma arma que você não sabe de quem é - porque neste instante você está quase morto- e te olha com sangue na garganta. Você é um bandido e ultrapassou a fronteira! É o direito dele. A vantagem e a lei também. O seu destino sabe-se lá qual é. Por enquanto, você ainda vive... Sorria e lembre-se da educação no trânsito. Mas... Que trânsito? Não importa. Você é um cidadão brasileiro.
Mas continue na sua, senão além de morrer, não terá direito à lei dos humanos, que se intitula Lei dos Direitos Humanos. Claro que você sabe, pois é um exemplo de cidadania.
Agora, você descansando pra sempre, como um anjo, dorme tranqüilo: Não violou o código penal. Parabéns, Brasileiro! Você é mais um honesto que acredita na justiça. Aguarde no céu. Como diz o ditado: A justiça tarda mas não falha, ainda que no céu.
Mais uma vez, Parabéns. Você acreditou no ditado e continua feliz subindo sem seu carrinho zero pro céu, aguardando a tal da lei do retorno, que virá... Junto com seu atestado de óbito.
Rose de Castro
Escritora, Ghost Writer e Poeta
domingo, 5 de setembro de 2010
A Festa de Ícaro
pesquisaeeducacao.blogspot.com
Aninha estava eufórica. Soube pelos corredores do Curso de Inglês que haveria uma festa na Pedra da Gávea e o patrocinador do evento era Ícaro, o homem das asas voadoras.
- Também quero participar da festa das asas... – falou Aninha para seu colega de turma.
- Pode não, Aninha... Só vai quem tiver asas para poder saltar lá de cima... - E como posso conseguir estas tais asas?
- Não pode. Só Ícaro tem as asas e seus convidados já estão contados e com suas asas guardadas na casa dele.
- E você vai?
- Eu? Eu não... Não fui convidado, Aninha... quem vai se importar conosco?
- Ora, professor! O Senhor É o melhor professor daqui... fez mestrado fora, e lhe acho “maior fera”, além de amigo de todos os alunos e não é a toa que foi convidado para ser o paraninfo dos alunos...
- Obrigado, Aninha. Só que isso não me dá o direito de querer participar da Festa.
- O Sr não gosta de Asa Delta, Prof. Gusmão?
- Hummm... Nunca voei. Não gosto muito de alturas...
- E não gostaria de experimentar?
- Nem pensei nisso. Mas acredito que seria um desafio...
- Igual à Física, não?
- É – sorriu com um sorriso largo –. Preciso terminar minha matéria, Aninha...
- Tá bom. Vou indo...
Aninha não se deu por satisfeita. Também fazia parte do Grupo do Curso. Ela era quem tirava as melhores notas. Era ela quem organizava as festas; que ajudava na faxina quando tudo acabava; que guardava todos os apetrechos isolados em papel especial. Era ela quem organizava as listas e estava sempre por perto para ajudar os professores. Não entendia por que não podia participar da festa e nem por que ninguém havia se lembrado dela, afinal ela era requisitada para tudo. Era ela quem trabalhava pela Escola com sua dedicação e desprendimento. Fazia por gosto. Amava seu Curso e amigos. Os professores eram atenciosos com ela e o Diretor... Esse era o seu Anjo da Guarda. Todos que ali participavam com ela do dia-a-dia tumultuado, inclusive os funcionários, faziam parte de uma grande família.
Resolveu falar com Ícaro - o homem das asas e Diretor da Escola - pessoalmente. Encheu-se de coragem, deu um capricho nos cabelos e lá se foi ela.
Bateu na porta da Diretoria e escutou a voz do homem-pássaro ressoar: “Entre!”.
- Bom dia, Senhor Diretor!
- Bom dia, Aninha. Algum problema?
- Problema não. Vim falar com o Senhor sobre um assunto...
- Pode falar, Aninha.
- É que eu soube que vai haver uma festa na Pedra e que só irá participar quem tiver asas...
- Sim... E daí?
- É que desde criança que sonho em voar pelos céus... sentir o vento balançando o meu corpo...a liberdade total...por isso que vim aqui lhe pedir que me deixe participar da Festa.
- Sinto muito, Aninha. Só tenho 10 asas preparadas e elas já têm dono.
- Não tem como arrumar uma pra mim? Eu espero alguém saltar e depois, no final, eu pego emprestado e salto.
- Mas tem que ter instrutor, Aninha. Você não poderá saltar sozinha.
- E não pode ser o mesmo instrutor dos outros?
- Não, Aninha. Eles pagaram o instrutor...
- E o Senhor não é amigo do instrutor?
- Sou
- Então!? Não pode pedir a ele?
- Não Aninha. Sinto muito.
Aninha saiu da sala com o coração apertado. Não sabia como tinha conseguido segurar o choro e a decepção. Todos do Curso presenciaram sua amargura. Ninguém jamais tinha visto a menina Ana daquele jeito. Estava sempre sorridente, solícita e gentil. Era bolsista. Foi o Diretor Camargo que a ajudou quando a conheceu rondando o Curso e fazendo perguntas à Secretária. Gilda conversou um pouco com ele sobre Aninha. Achava a menina inteligente e poderia ajudar também na Secretaria como uma recompensa pela bolsa. Gusmão também gostou dela, mas não havia mais bolsas para oferecer e então decidiu que ela estudaria e em troca daria sua contribuição na ajuda à Secretaria.
Não era uma cena agradável de se ver a desilusão de Aninha, principalmente por vir do rosto da menina alegre e feliz, tamanha melancolia.
Aninha foi para casa e chorou durante toda a noite. Sabia que o Diretor não tinha como arranjar as asas pra ela, mas ao mesmo tempo, seu coração chorava sua primeira e grande desilusão. Seu sonho de pássaro havia acabado e doía muito. Uma dor insistente. Uma dor de perda. Uma dor de parto, mas parto de ida e não de feto.
Chegou o dia da tão esperada Festa da Pedra. Como sempre, Aninha fora requisitada para ajudar na organização da festa. E ela foi. Triste, mas foi. E cumpriu seu papel. O Diretor para recompensá-la permitiu que ela assistisse os saltos lá do alto da Pedra.
Todos se prepararam e, um a um, foram saltando. Voando como desejava Aninha. Ela ficou acompanhando com seus olhos atentos e brilhantes e imaginando-se nas asas. Conseguiu voar em sua imaginação.
De repente um vento forte chegou varrendo tudo que encontrava pela frente, numa velocidade impiedosa. A menina agarrou-se a uma pedra e ficou lutando contra o vento e só conseguiu levantar o corpo bem depois de tudo terminado quando chegou um helicóptero de salvamento para apanhá-la. Foi então que olhou lá para baixo - que coincidência, nas asas de um avião! - e assistiu a tragédia: Um aglomerado de gente. Estava zonza e não estava entendo direito. O helicóptero pousou e só então ela escutou a mensagem do Comandante: “8 mortos e dois desaparecidos”. E começou então a busca. O Diretor estava entre os desaparecidos. Aninha estava trêmula. Havia restos de asas por todos os lados. A ambulância chegou para prestar socorro. E Aninha chorou sua segunda decepção. Onde estaria o Diretor? Será que estava bem? Mas olhou para os corpos e sentiu uma tonteira e desmaiou. Quando se recuperou, estava no Hospital e tentou se levantar, mas estava ainda zonza e chamou a enfermeira:
- Enfermeira! Por favor!!! Pode vir aqui um instante?
- Sim? Está melhor? Sente alguma coisa?
- Estou bem. Quero saber notícias do Diretor Gusmão.
A Enfermeira calou-se pôr um instante e tentando não assustar a menina Ana, sussurrou:
- Fique calma. Ele foi encontrado, está no CTI. Estamos fazendo o possível...
- CTI? Quero vê-lo. Deixe-me vê-lo, por favor...
- Você não pode entrar lá agora. Ele foi operado de urgência. Fique calma que assim que tiver notícias venho te informar. Descanse um pouquinho, você está muito nervosa...
Neste instante entrou outra enfermeira e falou algo no ouvido da enfermeira que olhou pra Aninha sem saber o que falar
- O que houve enfermeira? Como está o Diretor? Estão falando dele não é?
- Sim, Aninha. Olha... Seja forte... você...
- Fala logo, enfermeira! O que aconteceu com o Diretor?
- Ele faleceu Aninha. Traumatismo craniano. Tentamos muito, mas tinha poucas chances de sobrevivência. Sinto muito.
E Aninha chorou sua terceira decepção. Naquele momento todos os seus sonhos viravam pó. Saiu do quarto onde se achava e tentou olhar o Diretor, mas não a deixaram. Sentia que morria junto com ele todos os seus sonhos de menina. Nunca mais iria esquecer o Diretor, Nunca mais. Nem as asas.
Aninha saiu do Hospital, olhou pro céu e pensou: As asas levaram Ícaro. As asas que tanto sonhei e que queria experimentar. Nunca mais quero saber de asas...e continuou a falar com os céus: “Obrigado, Senhor, por cortar minhas asas...
Foi pra Escola e ficou olhando a cadeira de seu Diretor. Não chorou mais. Tinha certeza que ele não gostaria que ela chorasse. Podia até ouvir sua voz forte e carinhosa: “Vamos lá, aninha! Quero você em primeiro lugar. Sei que consegue. Sorria, vamos! Estou “apostando em você”.
Fechou a porta. Nunca mais esqueceria o Diretor Gusmão, nem olharia mais pras asas.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
GHOST WRITER: Rivalidade Feminina
GHOST WRITER: Rivalidade Feminina: "http://downloads.open4group.com/wallpapers/1024x768/rivalidade-feminina-14940.html Já faz algum tempo que venho pesquisando sobre o compor..."
http://ghostwriter48.blogspot.com/2010/08/brasil-em-chamas.html
http://ghostwriter48.blogspot.com/2010/08/brasil-em-chamas.html
Rivalidade Feminina
Já faz algum tempo que venho pesquisando sobre o comportamento masculino em relação a outros homens no sentido de rivalidade. Na verdade, o que tenho visto é um tipo de “clã” ou uma sociedade secreta onde as mulheres não entram. Eles não comentam conosco sobre os outros homens, enquanto vemos muitas mulheres falando mal de outras mulheres e apresentando um comportamento típico de forte competição.
Se eles falam, é só entre eles; não compartilham com as mulheres, que fazem questão de apontar os defeitos das outras e fazem questão de depreciar as que se sobressaem, como forma de denegrir a imagem daquelas que se destacam.
Nesta minha busca, encontrei artigos da Profª e Consultora Empresarial do Instituto KVT, Maristela Guimarães , assuntos que abordam a questão da rivalidade feminina.
Segundo ela, Em épocas ancestrais as mulheres viviam muito unidas, pois tinham a consciência de que a força do elo era o que sustentava a força feminina para ela se manter firme e cada vez mais forte. Desta forma, a sustentação da união era uma missão de comprometimento entre as mulheres e, também, um ponto que as unia e fortalecia. Porém, houve um tempo que isto mudou e o elo entre as mulheres foi rompido e com isto a força feminina fragmentou-se, pois uma força necessita de união, caso contrário ela se descaracteriza como força, pois ela se perde como se esvaísse.
Até hoje as próprias mulheres falam que não são unidas, que é difícil lidar com as mulheres e que também não são confiáveis. Tudo isto vem de crenças e de valores negativos contra a própria mulher e que por séculos determinou que a evolução feminina caminhasse por um caminho de opressão, limitação em todos os sentidos, dor e sofrimento. A mulher também foi educada para ser muito reservada em relação à sua intimidade de forma que, mesmo vivendo em grupo aprendeu a ser distante das demais, fortalecendo ainda mais a desunião feminina. Há bem pouco tempo ainda era parte de uma educação mais refinada a mulher não compartilhar sua vida e suas dificuldades com outras mulheres até mesmo do círculo familiar. Infelizmente, com esta desunião as mulheres desenvolveram um comportamento de competição e de rivalidade entre elas e, na atualidade, já não são mais tão reservadas quanto antes, muito ao contrário, passaram de um extremo para o outro. As mulheres hoje levam a fama de: falarem demais; serem fofoqueiras; serem invejosas; sentirem ciúmes das demais mulheres; competirem entre si; chamarem a atenção para si; falarem mal das outras; inventarem mentiras sobre as outras; serem mais unidas aos homens, e preferirem a força masculina à feminina, etc. isto é muito interessante, pois é como se a mulher visse na outra uma oponente, inimiga, realmente uma rival a qual ela necessita estar sempre atenta para não ser atacada ou prejudicada de alguma forma.
Felizmente, estas regras não se aplicam a todas as mulheres. Aqui são apresentadas apenas as tendências e da incidência destas em relação ao todo feminino, o que caracteriza a rivalidade e a competição entre as mulheres. Este comportamento é inerente à imaturidade emocional, visão muito pobre sobre si mesma, auto-imagens frágeis o que leva ao não reconhecimento de si mesma. Desta forma, a mulher sente necessidade de destruir a outra nem que seja somente para si mesma.
A Profª Maristela frisa que estes pequenos exemplos são muito comuns e acontece com bastante freqüência mesmo que nos incomode e nos pareça impossível disso existir desta forma. Segundo ela, não há mais tempo para esta desunião e que o feminino está pedindo o retorno do elo entre as mulheres. Findando suas explicações comportamentais ela nos remete a pensar na questão com uma pergunta: “Você acredita que as mulheres têm capacidade para se unirem novamente e sustentarem a força feminina com dignidade, união e amor verdadeiros? Ela acredita que sim e eu, também. E você? O que acha?
Rose de Castro
Escritora. Ghost Writer e Poeta
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Brasil em Chamas
transamazonica.blogspot.com/2008/09/3-dia-pal...
Brasil em Chamas
Especialistas em clima referem-se o problema das queimadas, onde o principal autor desta façanha é o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) redator da Proposta de mudança da Lei com sua reforma no Código florestal. Esta lei determina a ocupação do solo brasileiro. Nesta proposta descarada, perdoam-se os desmatadores. É o que afirma Adalberto Veríssimo, pesquisador do Homem e Meio Ambiente da Amazônia.
No inverno as chuvas cessam, a terra fica seca e os pastos viram combustíveis potentes. Ao iniciar as queimadas pelos agricultores em suas propriedades ou em áreas invadidas, elas saem do controle e queimam outras áreas.
As queimadas são usadas há milhares de anos para limpar o solo na agricultura de subsistência. O drama atual é que o fogo virou um instrumento para transformar florestas em pastagens. Esses incêndios lançam na atmosfera gases que contribuem para o aquecimento global.
Os cientistas explicam que se a seca continuar, os focos de calor tendem a se espalhar mais ainda. O outro problema refere-se a nuances econômicas. O aumento da demanda por etanol, grãos e carne podem estar fazendo crescer a procura por novas terras. Em geral, os agricultores usam o fogo para limpar as áreas de plantio.
Com esta proposta que tramita no Congresso sugerindo anistiar os responsáveis pelo desmatamento no passado e que estabelece uma moratória de cinco anos de corte de floresta no futuro, os agricultores aproveitam-se disto enquanto podem e, neste ínterim, queimada como as das margens da rodovia em palmas, no Tocantins, continuará sem punição.
Brasil em chamas! Homens sem consciência continuam com o poder nas mãos, esquecendo que a natureza cobra o que dela é retirado.
Até quando ficarão sem punição os culpados?
Rose de Castro
Escritora, Ghost Writer e Poeta
Maquiagem Egícia: Proteção do Sistema Imunológico
sacerdotisasdalua.com
Maquiagem Egípcia: Proteção do Sistema Imunológico
A maioria das pessoas não sabem que a maquiagem pesada e exibicionista usada pelos egípcios entre os anos 51 a 30 a.C, tinham uma finalidade: Ativar o sistema imunológico que combate invasores protegendo os olhos de infecções. O Coordenador do estudo, Phelippe Walter, do Centro de Pesquisas e Restauração do Museu de Paris. A presença do chumbo e do uso medicinal foi desenvolvida pelas tecnologias ancestrais desenvolvidas para aplicação na saúde e na estética. O mais importante, contudo, são considerar que certos fármacos eram utilizados para este fim como moléculas orgânicas vindas de plantas e animais.
Sabe-se que óleos feitos a partir da gordura de patos e gansos eram usados como protetor solar e cremes serviam para fazer a pintura preta em volta dos olhos, capaz de diminuir a incidência de luz do sol.
Do ponto de vista místico, acreditava-se que os deuses Horus e Ra protegiam de infecções os olhos daqueles que usavam pinturas. Um estudo recém-divulgado por pesquisadores franceses detalha como a maquiagem servia de escudo para os olhos de nobres e trabalhadores.
Embora já soubessem da presença do chumbo e do uso medicinal da maquiagem, os cientistas não conseguem explicar como uma tinta que contém um metal tóxico podia fazer bem aos egípcios.
Depois de analisar 52 amostras de potes usados para guardar pós e cremes faciais datados de quatro mil anos e preservados no Museu de Louvre, em Paris, pesquisadores encontraram quatro diferentes substâncias à base de chumbo, como a laurionita, com a ajuda de microscópios eletrônicos e aparelhos de raio X. Nos testes, esses elementos aumentaram a produção de óxido nítrico em mais de 240% em uma cultura de células de pele, preparada especialmente para o estudo.
Naquela época não havia antibióticos, por isso, os benefícios do uso do chumbo compensavam os riscos. Bactérias eram abundantes nas águas paradas que o rio Nilo deixava antes de sua cheia. Por este motivo, os egípcios usavam seus cosméticos para prevenir ou trata infecções oculares.
A produção de cosméticos e medicamentos não era, contudo, exclusividade dos egípcios antigos. Há textos descrevendo receitas para tratamento destas infecções e informações sobre o uso de maquiagem que protegiam os habitantes de Roma e da Grécia Antiga.
Walter, porém, ressalta que o caso do Egito é o primeiro exemplo conhecido de produção em larga escala.
Pesquisadores atuais buscam novas idéias e partir destes minerais usados durante milhares de anos.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Tique Taque
TIQUE TAQUE
Criação: Nonato Guimarães
Tique Taque
Sonhei que escrevia pra você. Atenta, não deixei escapar nenhum detalhe. O tempo corria; e, eu, escrevia...
O relógio no seu tique taque paciente e sóbrio, lentamente percorria seus ponteiros, como que me permitindo o prazer de estar escrevendo o que estava escrevendo. O relógio e o tique taquem. O tique taque... Tique taque... Tique taque..
O cheiro de verde respingado de frio resfriando minha narina lembrou-me algo que escrevi e tinha cheiro. Cheiro de orvalho misturado às margaridas e ao latido do meu cão.
Abri os olhos. O sol levantou mais cedo que de costume ou será que errei na hora? Busquei a carta... Da carta eu lembrava, mas o conteúdo... ah...o conteúdo? O sonho guardou em sua memória de cego e levou para o subconsciente, que sonolento e indiferente, não consegue me dizer o que estava escrito na carta.
Tique taque... Hora... Hora...
No relógio, o sonho da carta perdida em palavras...
Ainda bem que esquentou.
O frio deu um tempo.
Continua ainda no verde o tique taque da carta.
O céu vai nublando aos poucos, sem se importar se é “vero”. Sem querer saber de “lero”, bolero e o cheiro de mato da carta.
O conteúdo??
Tique Taque.
Rose de Castro
Escritora, Ghost Writer e Poeta
Pássaros de Marte
PÁSSAROS DE MARTE
Senti um aperto no peito. Tremor. Não havia vento. As plantas estavam paradas, silenciosas, tristes; tive a impressão de vê-las chorar.
Olhei para minha planta verde e amarela que chamo de brasileirinha (porque não sei o nome dela) encontrei-a em um lugar distante e trouxe uma muda. Em pouco tempo ela tornou-se enorme.... Nessa terra tudo dá e ele se deu também. Cresceu... Cresceu... Ficou bela e faz festa na minha retina. Na terra onde semeei desabrochou o meu amor por ela.
Passei os olhos pelas roseiras e descendo os olhos localizei uma viuvinha. Também não sei o nome deste pássaro. Seu peito é branco e suas asas são pretas. Chamam-na de viuvinha. Também não sei quem inventou.. Que importa? É linda e o contraste do preto e branco torna-na mais bela.
- Olá viuvinha! Como vai? Que faz sozinha e tão cabisbaixa?
- Você não sabe? – Perguntou-me ela.
- Não... nada sei... Acordei agora. O que houve?
Os pássaros se foram para Marte.
- Para Marte? – espantei-me e insisti – Como aconteceu e por que isso?
- Ah... Descobriram que lá há gelo e atrás do gelo há água. Conheceram outras formas de vida que os apoiaram e alimentaram. Cantam e brincam soltos. Não sentem fome, pois há fartura. Não temem o homem, pois lá não habitam. Cantam, brincam, alimentam-se. Não precisam de mais nada... E o ar? Nossa... Que ar puro...
- E por isso foram embora? – Nada estava entendendo. Estava perplexa e indignada
- Claro amiga humana. Está impossível sobreviver neste lugar que chamam de Terra.
- Minha viuvinha amada... que bom que você ficou...mas...me diga... porque você resolveu ficar e não seguir seus companheiros?
- Para fazer jus ao meu nome.
Chorei. Sem meus pássaros, não me resta mais nada...
Rose de Castro
Escritora, Ghost Writer e Poeta
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Insatisfação Sexual Feminina
Insatisfação Sexual Feminina

INSATISFAÇÃO SEXUAL FEMININA
Ocorre, previsivelmente, que os problemas sexuais da mulher têm uma multiplicidade de causas. As dificuldades de irrigação sanguínea, as descompensações hormonais e outras disfunções fisiológicas têm como agravantes as barreiras psicológicas. Quase meio século depois da revolução de costumes que liberou a porteira do prazer sexual para a mulher, as “vozes” da repressão instalada no fundo da psique feminina ainda emperram o caminho da satisfação. Isso tudo sem contar parceiros que, espantosamente, continuam ignorantes no bê-á-bá do orgasmo feminino. Uma em cada duas brasileiras tem algum tipo de queixa na área da satisfação sexual em determinada fase da vida. Três em cada dez desconhecem o orgasmo na relação sexual – proporção que aparentemente se manteve estável nas últimas décadas. O que está mudando, segundo o diagnóstico traçado nos consultórios dos especialistas, foi a disposição feminina de procurar soluções. Descobriu-se, em 1975, numa pesquisa realizada com 600 mulheres atendidas em um ambulatório de ginecologia conduzida pelo Presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, Nelson Vitiello, que apenas 2% do total dessas pacientes compareçam para tratar de suas disfunções sexuais. Na imensa maioria dos casos, a identificação dos distúrbios se deu por meio daquilo que os médicos chamam de “achado” – revelações encontradas casualmente no decorrer das consultas ou exames. Em 1998, Vitello repetiu a pesquisa e constatou que o índice de disfunções se mantinha praticamente inalterado. A novidade era o número de pacientes que haviam procurado o ambulatório com a intenção assumida de resolver seus problemas de cama: quase um quarto do total. A insatisfação da atual geração de adultas jovens (as mulheres insatisfeitas costumam recorrer aos especialistas por volta dos 30 anos, quando concluem que já experimentaram o suficiente para saber que está faltando alguma coisa) pode até ser parecida com a de suas antecessoras.
Oficialmente, apenas em 1953, com o célebre estudo feito por Alfred Kinsey, a ciência aceitou que era o clitóris, e não a vagina, o gatilho do prazer feminino.
A maioria das mulheres ainda desconhece o próprio corpo – situação que, para os homens, tem menos chances de acontecer. Desde cedo, eles têm uma relação muito mais explícita com seus genitais, já que podem vê-los, tocá-los e senti-los. Mulheres, em compensação, estão destinadas a conviver com uma sexualidade mais oculta sob uma conformação que esconde e dissimula. Para os psicólogos, elas só vão saber que tem vagina lá pelos 8 anos, e que têm clitóris por volta dos 13. E mesmo assim... se foram muito curiosas.
O cerne da questão continua sendo o peso da repressão que ainda paira sobre as mulheres. Ao contrário dos homens, a manifestação da libido feminina é algo reprimido desde a infância. Há mulheres que sofrem de anorgasmia primária, ou seja, que nunca atingem o orgasmo - nem durante o ato sexual. Fisiologicamente, nenhum problema. Em compensação, todas apresentavam um ponto em comum: Cem por cento delas possuem em seus registros uma educação familiar opressiva, que vinculava sexo a pecado, dor, sofrimento ou perda de autocontrole.
O que deve ser entendido é que o ambiente de maior liberdade sexual pode jogar contra o prazer. Ao iniciar mais cedo a vida sexual, a jovem queima a etapa do namoro com jogos eróticos – o popular “amasso”. Essa fase que não inclui o ato sexual em si funciona como uma espécie de aprendizagem para a vida sexual adulta.
A maior interessada em mudar esse tipo de comportamento é a própria mulher, assumindo-se e embarcando num caminho de autoconhecimento, em todos os sentidos, e de responsabilidade por seu próprio prazer.
Rose de Castro
Ghost Writer e Poeta

INSATISFAÇÃO SEXUAL FEMININA
Ocorre, previsivelmente, que os problemas sexuais da mulher têm uma multiplicidade de causas. As dificuldades de irrigação sanguínea, as descompensações hormonais e outras disfunções fisiológicas têm como agravantes as barreiras psicológicas. Quase meio século depois da revolução de costumes que liberou a porteira do prazer sexual para a mulher, as “vozes” da repressão instalada no fundo da psique feminina ainda emperram o caminho da satisfação. Isso tudo sem contar parceiros que, espantosamente, continuam ignorantes no bê-á-bá do orgasmo feminino. Uma em cada duas brasileiras tem algum tipo de queixa na área da satisfação sexual em determinada fase da vida. Três em cada dez desconhecem o orgasmo na relação sexual – proporção que aparentemente se manteve estável nas últimas décadas. O que está mudando, segundo o diagnóstico traçado nos consultórios dos especialistas, foi a disposição feminina de procurar soluções. Descobriu-se, em 1975, numa pesquisa realizada com 600 mulheres atendidas em um ambulatório de ginecologia conduzida pelo Presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, Nelson Vitiello, que apenas 2% do total dessas pacientes compareçam para tratar de suas disfunções sexuais. Na imensa maioria dos casos, a identificação dos distúrbios se deu por meio daquilo que os médicos chamam de “achado” – revelações encontradas casualmente no decorrer das consultas ou exames. Em 1998, Vitello repetiu a pesquisa e constatou que o índice de disfunções se mantinha praticamente inalterado. A novidade era o número de pacientes que haviam procurado o ambulatório com a intenção assumida de resolver seus problemas de cama: quase um quarto do total. A insatisfação da atual geração de adultas jovens (as mulheres insatisfeitas costumam recorrer aos especialistas por volta dos 30 anos, quando concluem que já experimentaram o suficiente para saber que está faltando alguma coisa) pode até ser parecida com a de suas antecessoras.
Oficialmente, apenas em 1953, com o célebre estudo feito por Alfred Kinsey, a ciência aceitou que era o clitóris, e não a vagina, o gatilho do prazer feminino.
A maioria das mulheres ainda desconhece o próprio corpo – situação que, para os homens, tem menos chances de acontecer. Desde cedo, eles têm uma relação muito mais explícita com seus genitais, já que podem vê-los, tocá-los e senti-los. Mulheres, em compensação, estão destinadas a conviver com uma sexualidade mais oculta sob uma conformação que esconde e dissimula. Para os psicólogos, elas só vão saber que tem vagina lá pelos 8 anos, e que têm clitóris por volta dos 13. E mesmo assim... se foram muito curiosas.
O cerne da questão continua sendo o peso da repressão que ainda paira sobre as mulheres. Ao contrário dos homens, a manifestação da libido feminina é algo reprimido desde a infância. Há mulheres que sofrem de anorgasmia primária, ou seja, que nunca atingem o orgasmo - nem durante o ato sexual. Fisiologicamente, nenhum problema. Em compensação, todas apresentavam um ponto em comum: Cem por cento delas possuem em seus registros uma educação familiar opressiva, que vinculava sexo a pecado, dor, sofrimento ou perda de autocontrole.
O que deve ser entendido é que o ambiente de maior liberdade sexual pode jogar contra o prazer. Ao iniciar mais cedo a vida sexual, a jovem queima a etapa do namoro com jogos eróticos – o popular “amasso”. Essa fase que não inclui o ato sexual em si funciona como uma espécie de aprendizagem para a vida sexual adulta.
A maior interessada em mudar esse tipo de comportamento é a própria mulher, assumindo-se e embarcando num caminho de autoconhecimento, em todos os sentidos, e de responsabilidade por seu próprio prazer.
Rose de Castro
Ghost Writer e Poeta
sábado, 12 de setembro de 2009
Arte e Arquitetura no Egito

Arte e arquitetura do Egito
A história do Egito foi a mais longa de todas as civilizações antigas que floresceram em torno do Mediterrâneo, estendendo-se, quase sem interrupção, desde aproximadamente o ano 3000 a.C. até o século IV d.C.
A natureza do país — desenvolvido em torno do Nilo, que o banha e fertiliza, em quase total isolamento de influências culturais exteriores — produziu um estilo artístico que mal sofreu mudanças ao longo de seus mais de 3.000 anos de história. Todas as manifestações artísticas estiveram, basicamente, a serviço do estado, da religião e do faraó, considerado como um deus sobre a terra. Desde os primeiros tempos, a crença numa vida depois da morte ditou a norma de enterrar os corpos com seus melhores pertences, para assegurar seu trânsito na eternidade.
A regularidade dos ciclos naturais, o crescimento e a inundação anual do rio Nilo, a sucessão das estações e o curso solar que provocava o dia e a noite foram considerados como presentes dos deuses às pessoas do Egito. O pensamento, a cultura e a moral egípicios eram baseados num profundo respeito pela ordem e pelo equilíbrio. A arte pretendia ser útil: não se falava em peças ou em obras belas, e sim em eficazes ou eficientes.
O intercâmbio cultural e a novidade nunca foram considerados como algo importante por si mesmos. Assim, as convenções e o estilo representativos da arte egípcia, estabelecidos desde o primeiro momento, continuaram praticamente imutáveis através dos tempos. Para o espectador contemporâneo a linguagem artística pode parecer rígida e estática. Sua intenção fundamental, sem dúvida, não foi a de criar uma imagem real das coisas tal como apareciam, mas sim captar para a eternidade a essência do objeto, da pessoa ou do animal representado.
domingo, 22 de março de 2009
Piranha de Tal

Este poema foi feito depois de assistir à cenas chocantes de prostituição infantil. Mães que vendem filhas por pouca coisa e corrompe a juventude e destrói uma personalidade. Por isso fiz esta poesia. Com dor no coração, aperto no peito, revolta e uma grande vontade de lutar contra este tipo de abuso.
PIRANHA DE TAL
Meu nome é fulana
Sou boa de cama
Traiçoeira na briga
Na luz do dia sou ainda menina
À noite me transformo
Rodo bolsinha
Eu sou a cicrana
Mulher do mal
Sou teu caos
Fulana de tal
Aposto no vil metal
Meu corpo pede ouro
Cédulas verdes
Ou outra cor qualquer
Pra saciar minha fome matar
Beltrana sacana
Prostituta de encomenda
Mulher vulgar
Deito com homens
Fabrico fantasias
Fetiches para fantoches
Sou mulher da vida
Meu nome é piranha
Sou mestre no deboche
Piranha fatal
Meu nome?
Prostituta da rua
Piranha de tal
Internet: Serviços Ilegais, Abusivos e Inconstitucionais

A Internet além de ser um dos maiores veículos de comunicação, de ofertas e de tantas outras vantagens, aos poucos vai mostrando sua face desconfigurada por muitos internautas. Por mais estranho que pareça, atualmente, as vendas tem se tornado as mais esdrúxulas possíveis. Vende-se tudo. Tudo mesmo. No sentido literal da palavra; por alguns milhões de dólares. Há internautas que vendem a vida, a virgindade, recém-nascidos e por aí vai as tantas loucuras. Maridos vendendo mulheres. Mulheres vendendo maridos e até mesmo filhos.
Nos sites de leilões há quem venda, há quem venda tudo: Como o caso de um neozelandês que colocou à venda a própria “alma”. Alguns ainda colocam um alerta de que se trata de algo usado. Apesar de a oferta ser cancelada em um site, eles partem para outro site de leilão.
A psicóloga Sabia Centro, vice-presidente de projetos da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) explica que a razão de a internet ser escolhida como principal espaço para essas vendas é de certa forma, o que se faz ou se deseja fazer na vida real, com a diferença de que a pessoa acredita que, na rede, ela está acima dos valores que permeiam a vida real, desta forma pode-se potencializar as agressões verbais ou morais de indivíduos despreparados ou com frágeis vínculos e valores sociais..
Uma norte-americana de 22 anos ofereceu sua virgindade pela quantia de 2,87 milhões de euros (R$ 8,6 milhões) e este era o lance mais alto até fevereiro, onde a virgem adotou um pseudônimo de Natalie Dylan num leilão realizado num bordel de Nevada.
A vantagem desta transação é que escondidos através de um codinome, a pessoa só será reconhecida quando o negócio for fechado e apenas por um comprador que estará tão comprometido quanto ela.
Esta falsa sensação de impunidade que leva até pais a venderem seus próprios filhos. Na Alemanha, um juiz inocentou um casal que alegou estar brincando ao anunciar, como se fosse um produto, o filho de 8 meses com a seguinte mensagem na Internet: “Vendo meu bebê sem inovo porque ele chora demais.”.
O mercado virtual de órgãos humanos também cresce. Os compradores são pessoas que precisam de transplante e aguardam na longa fila.
Cartéis Dominam o México
O México vive uma crise institucional gravíssima, com cartéis dominando áreas estratégicas e assassinatos sendo banalizados. As localidades dos cartéis ficam na fronteira dos Estados Unidos, onde, no começo de março, 20 pessoas foram executadas de uma só vez em uma briga entre facções rivais na prisão. A situação mais grave foi de cerca de 115 narcoexecuções por semana em 2008. O número alarmante tem chamado a atenção de associações internacionais de defesa dos Direitos Humanos e motivado críticas de especialistas.
As regiões dominadas por grupos criminosos, aumentam as mortes ocorridas nas desastradas operações militares. As disputas de traficantes por ponto de droga, as vinganças, ataques pessoais e tentativas de silenciar testemunhas são chamados de narcoexecuções.
A crise mexicana é resultado da política de segurança pública adotada pelo presidente Felipe Calderón.
A parceria dos Estados Unidos com o México, afastou a polícia, considerada corrupta e escalou o Exército e a Polícia Federal para a Missão. A estratégia iniciou-se em 2006 e foi chamada de Plano Mérida, assim chamado com o nome da cidade em que foi assinado o pacto com o então Presidente dos Estados Unidos,
As armas que matam no México são fabricadas nos Estados Unidos e contrabandeadas pela fronteira. Com isto, os cartéis que dominam o tráfico de drogas no país têm se aproveitado das facilidades na compra de rifles e pistolas potentes em diversos estados do país vizinho para aumentar o poder de fogo na guerra pelo controle dos territórios. A facilidade na compra de armas nos Estados Unidos faz com que pequenos comerciantes de armas abasteçam regularmente poderosos cartéis mexicanos, especialmente as de grosso calibre.
Há mais de 6.600 atuando na divisa. A estimativa da agência é de que 90% das armas apreendidas no México passaram pela fronteira.
Assim o Plano Mérida é considerado uma cópia do falido Plano Colômbia, onde a guerra contra as drogas tornou-se um verdadeiro genocídio de inocentes por parte de militares envolvidos com grupos de paramilitares.
Soldados e oficiais de olho em promoções e prêmios passaram a matar jovens pobres de periferia e classificá-los como terroristas.
Criticado pelo elevado número de mortos, o Presidente Calderón descarta qualquer mudança de estratégia e alegou que a crise é resultado do desespero das quadrilhas pela ofensiva do Estado.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
COMBUSTÍVEL DO FUTURO – Microalgas: Uma salvação para o nosso Planeta?

Existem mais de 300 mil espécies de microalgas no mundo. Desse totoal, apenas 30 mil são catalogadas pela ciência. Todo o restante permanece desconhecido. Os pesquisadores do Cenpes (Centro de Pesquisas da Petrobrás), ao estudar o biocombustível, têm contribuído para o conhecimento científico mundial, descobrindo e catalogando novas espécies.
No Rio Grande do Norte as águas salinizadas guardam um tesouro: milhareres de microalgas que nem sequer são visíveis a olho nu, mas, quando coletadas e tratadas, podem gerar biodiesel em alta produtividade.
As vantagens das microalgas vão além. Diferentemente da cana-de-açúcar e outros vegetais também utilizados na produção de biocombustíveis, elas são capazes de crescer e se reproduzir em tanques – ou seja, elas não usam espaço agrícola para ser cultivadas. Sem contar que, em grande quantidade, as microalgas são poderosas armar de captura de carbono, espécies de “filtros” que retiram CO2 do ar e devolvem oxigênio.
As pesquisas do biocombustível a partir de microalgas está sendo conduzida em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e Universidade Federal de Santa Catarina 9UFSC), apenas em laboratório. Os pesquisadores ainda precisam saber quais as melhores espécies para essa finalidade.
Há muito mais microalgas que nem sequer foram catalogas, é o que afirma o oceanógrafo Lenonardo Brandes Bacellar.
A verdade é que nossa mãe Natureza tem sempre um remédio para curar o que está doente e os responsáveis por este estudo, também fazem parte da Natureza.
Aplaudo a parceria da Petrobrás com as Universidades. Só desta forma podemos ainda sonhar com a recuperação do nosso amado Planeta Água.
Já imaginaram um carro movido à algas?
Rose de Castro
Ghost Writer e Poeta
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